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Só sobrou um "L"...

Paraiba Culkin levando carrinho até de Jesus!

Ontem eu não estava muito a fim de ver jogo não. Mas como eu tava no meio de uma partida de poker chata bagarai (chata pq até eu pegar uma mesa com jogadores mais fortes, demorou pacas), resolvi por no jogo do São Paulo. Queria ver nem tanto o tricolor em si, mas dar uma olhada pra ver se esse Once Caldas parece um pouco com aquela asa negra que vitimizou tanto o tricolor qt o Boca Juniors.

O 1º tempo foi bom até! São Paulo começou bem, atacando, e nao se importando mt com o fator "fora de casa". Mas se esqueceu completamente do fator "nuvem". Te explico o porque...

Tudo que poderia ser benéfico pro São Paulo aconteceu: em cobrança de falta desviada por glúteos colombianos, RC marca 1x0, e se torna o maior artilheiro do clube do Morumbi na história da Libertadores. Uma puta marca para um goleiro!

Alí era o momento do time jogar com calma, como CANSOU de fazer nos ultimos 4 anos: faz um gol, se fecha, e nao muda o placar! Mas lembra da "nuvem"? Pois é...

Jogar lá na casa do chapéu, onde o avião pra pousar tem que subir, não é fácil! Além da falta de ar, tem o lance da velocidade da bola. E ficou claro no gol de empate do Once Caldas. Falha de Paraiba Culkin, e cruzamento na medida! Reparem que o Xandã perde o tempo da bola, e o RC nao chega nela com facilidade. Bola mais rapida, meus caros: 1x1

Não bastasse isso, o Once Caldas notando o ataque de asma coletivo, foi pra cima, e fez um golaço humilhante com Moreno! Do meio do campo, deu caneta, e enfio a bota no canto do RC. Indefensavel pro arqueiro, mas ridícula a cobertura da defesa. 2x1.

Resultado até normal! Qd falei isso na internet ontem, teve são paulino dando xilique e faniquito. Ora, reconheçam: jogar lá na altitude não é facil! Se tem jogo que o São Paulo pode, e deverá perder pontos, seria esse contra Once Caldas, e o de volta contra o Monterrey. Só fazer o dever de casa + ganhar o Nacional-PAR, acredito que assegura o São Paulo na 2ª fase. Mais do que isso, é lucro, obvio!

Então, não aceito muito dizerem que faltou atitude ao São Paulo. Na verdade não faltou nada... sobrou um "L":

ALTITUDE!
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Tô aqui, Dunga!

A torcida do Santos, tão carente de títulos nos últimos anos, pode ter uma esperança: Tem o time que joga o melhor Futebol do Brasil, tem as duas maiores promessas do Futebol Paulista e tem Robinho, jogador decisivo que provavelmente estará na próxima Copa do Mundo.


São Paulo e Santos se enfrentaram numa ensolarada Arena Barueri, já que o Morumbi ontem foi palco de um show musical, para um público de 14.519 pagantes.

O jogo começou equilibrado, com finalizações de fora da área dos dois times. Arouca tentou por duas vezes, mas não levou perigo algum em nenhuma, e Marcelinho Paraíba recuou duas bolas para o bom goleiro Felipe.

Do lado São-Paulino, o trio ofensivo formado por Washington, Dagoberto e Marcelinho Paraíba não funcionava, já que as jogadas do time se resumiam a chutes de longe e bolas paradas, que em nada assustavam o Santos.

O Santos contava com Neymar sumido, no inicio. Renato Silva o parava ou na bola, ou na perna, mas o fato é que o garoto não conseguia jogar, ao contrário de Ganso, que jogando por ele e por Marquinhos, fazia uma bela partida, dando bons passes e bons dribles, e ainda ajudava na defesa roubando algumas bolas, como fez em uma jogada de Jorge Wagner. Em um dos belos passes que Ganso deu, o fraco centroavante André perdeu um gol feito, chutando sem força alguma pela linha de fundo.



O volante Arouca, que em troca de Rodrigo Souto, foi parar no Santos, resolveu render justamente contra a ex equipe, e vinha sendo o melhor do setor defensivo Santista, e quando resolveu ir ao ataque, foi derrubado por Miranda, dentro da área. Um pênalti desnecessário, já que o zagueiro Xandão vinha na cobertura, e Arouca havia demonstrado toda sua categoria isolando duas bolas no comecinho do jogo.

Neymar não tinha nada a ver com aquilo e partiu pra bola. Com a paradinha, Rogério Ceni foi enganado e pulou. Neymar só faltou rir do arqueiro São Paulino, ao rolar a bola no canto oposto, abrindo o placar para o Peixe.

O jogo seguiu com domínio do Santos, que estava melhor em campo, e quase ampliou com o esforçado Wesley, que passou facilmente por Miranda e bateu, exigindo boa defesa de Rogério Ceni.

No Intervalo, Rogério Ceni reclamou da paradinha, dizendo que na Europa isso não seria permitido, mas o próprio Rogério Ceni já bateu pênaltis com paradinha. Vai entender, né?


O São Paulo voltou do intervalo um pouco melhor, tirando Jean da lateral e o colocando para atuar no meio de campo, com a idéia de marcar Paulo Henrique Ganso. A estratégia funcionava bem, tanto que Dorival resolveu sacar André, e em seu lugar veio Robinho. O camisa 7 estava fazendo sua reestréia pelo time da Vila.

O São Paulo respondeu com a entrada do meia Cleber Santana no lugar de Washington. O atacante que costuma marcar em clássicos, desta vez passou em branco. Logo em seguida, o time perdeu Dagoberto lesionado, que deu lugar ao atacante Roger, que parece estar com os dias contados no tricolor.

O São Paulo criou uma chance com Jean, mas quem empatou foi o criticado Roger. Após péssima cobrança de escanteio de Marcelinho Paraíba, a bola voltou para o próprio, que dessa vez fez um belo cruzamento, que foi direto na cabeça de Roger, que empatou o jogo.

Com isso, Dorival Junior tirou Marquinhos, para colocar em seu lugar Zé Eduardo. Robinho que estava sumido em campo, teve duas chances claras de marcar, após dois passes de Neymar, mas uma Rogério salvou, e a outra a bola passou a centímetros do gol.

O jogo seguia aberto, e os dois times tinham espaço para atacar, mas foi em um contra-ataque que saiu o gol da virada. Zé Eduardo e Wesley começaram a jogada, que resultou em um belo cruzamento do segundo, para Robinho, que bem posicionado, se antecipou a Rogério e tocou de letra para o gol. Um golaço de Robinho!



O São Paulo, sem forças para reagir, nada conseguiu criar, e ainda viu o Santos segurar a bola até o apito final do juiz. O melhor jogo do Paulistão 2010 foi decidido provavelmente pelo melhor jogador. Pelo menos enquanto uns e outros entram em forma...
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E cai a invencibilidade...

Na estréia da nova camisa roxa, Corinthians e Ponte Preta se enfrentaram ontem em Campinas para apenas 11 mil pessoas, por pedido do Ministério Público.

O Corinthians não perdia um jogo no Campeonato Paulista há 28 jogos, e estava em busca do record de 35, que pertence ao São Paulo.

Curiosamente, da ultima vez que o Corinthians perdeu, para o Noroeste em 2008, Leandrinho, atacante da Ponte, esteve em campo, assim como Edno e Finazzi, que entraram no segundo tempo.

E não é que acabou mesmo a invencibilidade? Finazzi e Edno trocaram de lado, mas o “tio” continua mostrando faro de gol, embora não domine uma bola.

O jogo começou corrido, brigado e com muitas faltas, mas futebol que é bom, quase nada. Por incrível que pareça, o juiz não deu um cartão amarelo o primeiro tempo inteiro.

A Ponte assustou em uma bola na trave, que quase resultou em gol contra do meia Danilo, e o Corinthians em outra bola na trave, em jogada de Escudero e Boquita. É amigos, a coisa estava feia...

O Corinthians não conseguia criar. Edu era o mais lúcido em campo, mas Danilo, Boquita, Dentinho e Iarley em nada ajudavam. Danilo ainda dava alguns bons passes, mas não tinha quem desse continuidade as jogadas.



Veio o segundo tempo, e com ele veio Edno no lugar de Iarley, que errou praticamente tudo que tentou enquanto esteve em campo.

A Ponte também não conseguia chegar com perigo. Abusando das jogadas pelas laterais, o time de Campinas não conseguia assustar, e contava com uma péssima atuação de Leandrinho, que conseguiu ficar impedido por pelo menos 4 vezes.

O Corinthians estava um pouco melhor no segundo tempo, e Jucilei, após bela jogada, arriscou de longe e contou com a falha do estabanado Eduardo Martini para abrir o placar para o Corinthians.

Aos 25, Finazzi dominou uma bola dentro da área e colocou na frente. A bola sairia para tiro de meta, mas o Argentino Escudero, demonstrando toda sua inteligência, derrubou o veterano atacante, tomou amarelo por reclamação, e ainda continuou discutindo após Fabiano Gadelha empatar a partida.

Após o gol de empate, a torcida da Ponte empurrou o time, e o Corinthians se destabilizou, e o castigo logo veio:
Lembram do começo do post? Pois é... Finazzi aproveitou cruzamento de Vicente, e aproveitando a falha do capitão Willian, bateu bem e venceu Felipe. Era a virada da Ponte, era a vingança de Finazzi.



O Corinthians tentou o empate, mas parou em Eduardo Martini, que defendeu chutes de Tcheco e Dentinho. Morais, que entrou no lugar do cansado Danilo, ainda conseguiu criar duas chances, mas os erros de passe do meia irritaram a torcida Corinthiana.

Por fim, o Corinthians perdeu o jogo, a invencibilidade, mas é bom para Mano Menezes ver quem tem e quem não tem condições de jogar nesse time, e quem sabe oficializar o fim do “rodízio” que tanto prejudica o entrosamento do time.

Rezem para o Roberto Carlos não ser punido pela expulsão no clássico.


São Paulo e São Caetano:

Será que agora vai?

O São Paulo enfrentou o São Caetano ontem a noite, na Arena Barueri, e teve sua melhor atuação no ano.

Jogando em uma espécie de 3-4-3, já que Marcelinho Paraíba chega bem ao ataque, o São Paulo começou indo pra cima da equipe do ABC. Em menos de 10 minutos, já havia criado três chances. Washington desperdiçou duas, após receber de Marcelinho Paraíba em ambas oportunidades, e Jean a outra, em uma boa bola de Hernanes.

O São Caetano assustou aos 7, mas Rogério Ceni fez a defesa com o peito, após chute do atacante Wanderley.

Contando com uma atuação inspirada de Marcelinho Paraíba, Dagoberto e Hernanes, a bola chegava bastante ao atacante Washington, que ano passado havia reclamado que a bola não chegava para ele.

A zaga tricolor teve alguns problemas de posicionamento, mas o fraco ataque do azulão não conseguia chegar com perigo. O ex jogador do Corinthians Everton Ribeiro chegou a aparecer livre, mas escolheu a jogada errada e a zaga afastou.

O jogo seguia equilibrado, até que Dagoberto fez bela jogada e tocou para Washington, que levou para o pé direito e encheu o pé. Um belo gol do São Paulo. Na terceira chance que teve no jogo, Washington guardou o seu.




O São Caetano saiu pro jogo, deixando o contra-ataque livre para a equipe de Ricardo Gomes, que voltou a marcar aos 36 minutos, dessa vez com Dagoberto. Dagoberto achou Washington pela direita, o centroavante esperou a movimentação do seu ex companheiro de Atlético Paranaense e tocou, deixando Dagoberto na cara de Luis para marcar o segundo.

Veio o segundo tempo e Ricardo Gomes resolveu fazer a primeira substituição, apesar da vitória parcial. Ele sacou o zagueiro Renato Silva, que deu lugar ao estreante Cleber Santana. Richarlyson foi deslocado para a zaga.

O segundo tempo corria chato. O São Paulo só tocava a bola, e o São Caetano não tinha força ofensiva. Marcelinho Paraíba foi sacado, e em seu lugar entrou Leo Lima.

As chances no segundo tempo também foram poucas, mas o São Caetano chegou a acertar a trave duas vezes, com Wanderley. Rogério Ceni falhou em um dos chutes, mas foi salvo pela trave.

No final do jogo, Hernanes arriscou de longe e acertou um belo chute, fazendo o terceiro do São Paulo, e liquidando o azulão.

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UFA!

Finalmente acabou!
Depois de 3 anos e 3 meses sem vencer o mais importante clássico
paulista, com 7 jogos no período, o Corinthians venceu o Palmeiras no
Pacaembu e assumiu a liderança isolada do campeonato paulista.

Cada time estava sem seu principal jogador. Enquanto o time do Parque
São Jorge não contava com seu artilheiro e referência na área,
Ronaldo, os palestrinos sentiam a ausência de Diego Souza, principal
articulador e também artilheiro do time em 2010.
A diferença foi o banco de reservas. O Corinthians usou Iarley e o
Palmeiras teve que usar Joãozinho, Daniel Lovinho e William, pois
também não contava com Deivid Sacconi.

O Corinthians começou melhor. Logo aos 6, falta cobrada da direita por
Tcheco, Jorge Henrique contou com as falhas de Edinho e Marcos para
cabecear sozinho para o gol e abrir o placar.




Porém, antes que se pudesse comemorar, o rígido juíz Wilson Seneme expulsou Roberto Carlos
por carrinho em Joãozinho, 2 minutos após o gol.

O que se viu depois daí foi o Palmeiras com domínio total da posse de bola, mas com pouca criatividade. Muricy Ramalho olhava para o banco de reservas e não via esperança.
Cleiton Xavier não foi capaz de, sozinho, criar as jogadas do time
alviverde. O Corinthians se defendia bem, com Danilo e Jorge Henrique
improvisados e Iarley isolado no ataque, porém o contra-ataque foi
nulo, criando uma única chance depois dos 40 do segundo tempo, com
Dentinho.

O Palmeiras criou pouco. No primeiro tempo, na única chance real,
Robert, sem goleiro, perdeu o gol. A bola sobrou para Daniel Lovinho
marcar, mas o gol foi bem anulado por impedimento.
No segundo, em 4 oportunidades, com Cleiton Xavier, Danilo, Robert, e
Pierre, os visitantes pararam nas mãos de Felipe, o melhor em campo.
Ralf ainda salvou um chute de William em cima da linha.

No final, Cleiton Xavier foi expulso. O Palmeiras ainda tentou, mas na
base do desespero e da bola pra área, e só levou perigo no último
lance da partida quando Danilo subiu sozinho mas cabeceou fraco para
tranquila defesa de Felipe.

Final de jogo, e foi quebrado um tabu que tanto incomodava os corinthianos. Bom sinal para o início do centenário.



Empate suado!
Em Ribeirão Preto, o time do São Paulo, totalmente desfigurado e desentrosado, acabou tendo motivos para comemorar um empate com o fraco time do Sertãozinho.

No retorno ao esquema 3-5-2, Ricardo Gomes viu uma defesa tricolor muito confusa, dando sustos em sua torcida.
O centroavante Roger, cada vez que entra em campo, comprova que a diretoria precisa contratar um substituto para Washington. Ontem não foi diferente. As poucas bolas que chegavam aos seus pés não levavam perigo para o goleiro adversário.

Emoção só no segundo tempo. Após bola roubada no meio, cruzamento da direita para Thiago Silvy abrir o placar. O atacante, por sinal, deu trabalho para a defesa do time da capital.
Aos 11, o empate do São Paulo. Bola cruzada pelo lateral Adrian Gonzales foi mal cortada pelo goleiro Luis Henrique e sobrou nos pés de Léo Lima para fazer bonito gol.



A zaga do São Paulo (que nunca havia jogado junto) falhou e Mendes fez o segundo do Sertãozinho. Sem criatividade, o tricolor pouco criava, e só foi achar o empate aos 49 minutos, na sua principal jogada, a bola parada. Após cruzamento de Jorge Wagner, Marcus Vinicius (que nome) tentou cortar e jogou contra seu próprio gol. O juíz deu gol para Jorge Wagner.
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Corre, molecada!

A Copa São Paulo, torneio de juniores do começo do calendário brasileiro, chegou à fase decisiva. São oito times brigando pelas vagas das semifinais e sem muitos grandes: Oitenta e quatro equipes ficaram pelas estradas do interior paulista, muitas delas tradicionais como os quatro grandes do Rio, o atual campeão sub-20 Grêmio, o vice Atlético Mineiro, o Internacional de Porto Alegre e o Corinthians, heptacampeão e quatorze vezes finalista da competição. Ah sim! E os gloriosos Paraná Clube e Coritiba /piada interna.


Nesta edição a copinha é “mais São Paulo do que nunca”! Das oito equipes que seguem vivas, cinco são de São Paulo, uma gaúcha, uma de Minas e uma da Terra do Panetone, ou melhor, do Distrito Federal. Os confrontos serão Juventude x CFZ- DF e Cruzeiro x São Paulo de um lado e Santos x Paulista e Palmeiras x Portuguesa na outra ponta. De todas as equipes ainda no páreo, o São Paulo parece ser a mais forte: São cinco vitórias em cinco jogos com 24 gols marcados e um único sofrido. Além dos números existem nomes como os meias Marcelinho e Jeferson, o volante Casemiro e o atacante Lucas Gaúcho que parecem ser boas opções para compor o elenco principal do Tricolor Paulista montado por Ricardo Gomes.


A chance de termos uma final paulista no gramado sagrado do Paulo Machado de Carvalho no dia 25 deste mês é grande, já que a tabela aponta um finalista paulista independente dos resultados. Para que o quadro ganhe esses traços é necessário que o favorito, em minha opinião, São Paulo pinte o sete contra o bom Cruzeiro e depois contra o vencedor de Juventude e CFZ-DF.


Também aposto numa coloração bem tradicional. Em outras palavras, acredito que ocorrerá um clássico para coroar a final da 41ª Copinha, já que poderemos ter uma semifinal com o Santos enfrentando o Palmeiras ou a simpática Lusa. Vamos acompanhar os últimos jogos e confirmar se apostei em tintas frescas ou ressecadas.

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