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Ninguém segura o Santos.

Santos e Corinthians duelaram na Vila Belmiro para pouco mais de 9.000 pagantes. A idéia do mandatário Santista Laor (que já foi alvo de post aqui no Fim de Peleja) manteve a baixa média de torcedores na Vila.



O primeiro lance do jogo demonstrou que aquilo seria uma guerra de nervos. Logo na saída de bola, Ronaldo saiu com ela e tocou de lado, quando Paulo Henrique Ganso o atingiu com o joelho, levando o atacante ao chão.

Para quem esperava uma partida equilibrada, o Santos mandou no jogo no primeiro tempo, criando diversas oportunidades logo no ínicio da partida. A primeira com Neymar, após belo base de Paulo Henrique, que na cara de Felipe, chutou em cima do goleiro Corintiano. Felipe, por sinal, foi o melhor jogador do Corinthians em campo.

Aos 5 minutos, com outro passe do meia Santista, Marquinhos sem ângulo, foi derrubado por Roberto Carlos. José Henrique de Carvalho foi convicto e marcou pênalti para o time da casa. Um pênalti desnecessário do experiente lateral. Neymar partiu pra cobrança, mas Felipe fez uma bela defesa, calando momentaneamente o lado Santista do estádio.



Apesar do pênalti desperdiçado, a equipe Santista não se abateu e continuou mandando no jogo, enquanto o Corinthians só foi chegar em cobrança de falta de Roberto Carlos, que Felipe, goleiro do Santos, defendeu com facilidade.

4 minutos depois, foi a vez do Santos chegar novamente. Após belo passe de Marquinhos, Arouca perdeu a chance de marcar, ao chutar em cima de Felipe e desperdiçar grande chance para a equipe do litoral.

Pouco depois, o Corinthians criou sua melhor chance no primeiro tempo. Alessandro viu Ronaldo na entrada da área e rolou para o atacante. O camisa 9 deu belo passe para Dentinho, que dominou, tirou de Roberto Brum no alto e deu uma bicicleta, que o goleiro Santista espalmou, salvando o Santos.

Quando o Corinthians parecia estar crescendo na partida, Marquinhos viu Neymar na esquerda e virou o jogo. O jovem atacante ajeitou o corpo e bateu colocado, tirando de Alessandro e acertando o canto de Felipe. Belo gol do menino Santista. O primeiro que ele marca contra o Corinthians.



A equipe da capital pareceu sentir o gol, já que só conseguiu chegar mais duas vezes, mas em ambas, Durval travou a finalização de Ronaldo.

Veio o segundo tempo e Mano resolveu sacar Alessandro e Ralf, dando lugar a Moacir e Jucilei.

Em sua segunda falta no jogo, o juiz aplicou o cartão amarelo a Moacir, fato que gerou diversas reclamações da equipe comandada por Mano Menezes. O Corinthians, por sinal, estava muito nervoso em campo, reclamando excessivamente das marcações do árbitro e pedindo cartão em todas as faltas cometidas pelos Santistas.

Jucilei entrou bem no jogo. Mesmo jogando como primeiro volante, chegou mais a frente que o apagado Elias, que pouco ajudou a equipe ofensivamente. Jorge Henrique também esteve apagado, e a equipe parecia depender do bom e velho camisa 9, e de um certo camisa 17, que de uns tempos pra cá, não vem rendendo bem, mas que faria sua melhor partida no ano.

Pois é, mas o camisa 9 que realmente fez gol, foi o do Santos. O jovem André recebeu passe de Neymar e bateu no contrapé de Felipe, fazendo o segundo gol do Santos. Mais uma vez a linha que a defesa do Corinthians faz, ao tentar deixar o adversário em impedimento.



O Corinthians respondeu com gol. Tcheco deu belo passe para Ronaldo, que invadiu a área e cruzou para Dentinho. O atacante acertou a trave, mas contou com a sorte, pois a bola voltou pra ele mesmo, que ainda se levantou, e ai sim tocou para o fundo do gol Santista.

Quando parecia que o Corinthians estava vivo no jogo, Moacir fez falta violenta em Marquinhos, no meio de campo e recebeu o segundo cartão amarelo, deixando assim o Corinthians com 10 em campo.



Como se já não bastasse isso, Roberto Carlos deu belo drible em Roberto Brum e entrou na área. Ao se chocar com o volante improvisado na lateral, o camisa 6 do Corinthians caiu. O juiz entendeu que o lance foi simulação e expulsou o lateral do Corinthians, deixando a equipe com 9 em campo.

O Santos passou a tocar a bola e administrar o jogo, somente aguardando o apito final do juiz, mas quase que a torcida Santista vê o “impossível” acontecer, quando o bom goleiro Santista Felipe falhou, mas Tcheco perdeu a chance de empatar a partida, acertando o travessão.

O Santos ainda chegou com Madson, mas o placar já estava decretado. A equipe de Vila Belmiro praticamente garante sua vaga entre os quatro, já que com o futebol jogado, é praticamente impossível da equipe Santista ficar de fora.

Ao Corinthians, resta entender que perder jogando na Vila é um resultado normal, tentar não tirar o foco para o juiz e buscar entender o porquê de uma atuação tão ruim.
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É só o começo...

Fim da rodada do meio de semana dos times Paulistas. As pelejas foram bem corridas, assim como a minha semana, mas farei um breve resumo de Corinthians e Palmeiras.

O baixinho rouba a cena [2]

Na estréia do time jogando no Pacaembu, contra o Bragantino, Jorge Henrique já havia roubado a cena para si, apesar do primeiro gol ter sido marcado por Elias, o principal personagem do jogo que falaremos a seguir, Jorge Henrique tirou o foco das "estrelas" do Corinthians aquele dia, marcando o gol da vitória.

Desta vez não foi diferente, mas foi a vez do eficiente Elias fazer isso. Falaremos sobre o camisa 7 daqui a pouco, porque quem começou assustando logo de cara, foram os Uruguaios.

Após cobrança de falta desviada, a bola sobrou para o atacante Cauteruccio na frente de Felipe, que nada pode fazer para evitar o gol do atacante.

Após o choque, o time Paulista ficou nervoso, abusando das jogadas pelo meio, mas parava na retranca Uruguaia na maioria das vezes. Foi quando o apagado Defederico tocou para Ronaldo, que achou Tcheco e passou a bola para o meia. O tão criticado no inicio, dessa vez foi genial, dando passe de letra para Elias, que cara a cara com o goleiro, só teve o trabalho de bater no canto. Era o primeiro gol do Corinthians na Libertadores, e foi um belo gol.



Para quem pensava que viria goleada, o iniciante time do Racing segurou bem o jogo, abusando da catimba e das faltas, mas foi o suficiente para diminuir o ritmo do time Corinthiano, que viu Ronaldo sair da área a maior parte do tempo, já que a bola não chegava até ele.

O Corinthians só foi assustar no final do primeiro tempo, em chute de Ronaldo. O Corinthians pressionou a saida de bola do Racing, fazendo os Uruguaios se atrapalharem, mas Ronaldo viu o bom goleiro Contreras pegar seu chute no cantinho.

No segundo tempo, Mano sacou Defederico, trazendo Souza para o jogo. O camisa 19 foi bem, ficando na área, já que Ronaldo era praticamente um segundo atacante, mas também abrindo pela direita. Foi assim que ele deu passe para Alessandro chutar pra fora, logo no inicio do segundo tempo.

Elias também teve boa chance, após cortar o zagueiro e levar para a direita, mas o arqueiro do time verde defendeu, sem dar rebote para Souza, que vinha livre de frente para o gol.

Aos 12, Flores foi expulso por falta em Elias. Ai a Fiel pode ficar mais tranquila, pois o time que já dominava o jogo quando estavam em igualdade, agora teria mais espaço para jogar.

O Corinthians insistia nas jogadas pelo meio da defesa, mas de tanto insistir, foi novamente por ali que saiu o gol. Após belo passe de Souza, novamente Elias saiu na cara do goleiro, tocando de perna esquerda para o fundo do gol.

Alivio para a Fiel, alivio para o time. Após o segundo gol, o time demonstrou toda a calma que não teve o jogo inteiro. Ronaldo demonstrou toda sua habilidade em dois lances. Em ambos os lances, passou por três jogadores. A primeira no meio campo, sendo parado somente com falta e a segunda já próximo a área, mas o goleiro Contreras salvou o Racing.



No fim, foi só segurar o jogo e comemorar os 3 pontos. O futebol do time não foi o melhor, mas a Fiel espera que seja por conta da estréia, embora o time não seja inexperiente...



Palmeiras goleia e deixa 6.850 corajosos torcedores felizes.


O Palmeiras recebeu o Flamengo do Piaui no Palestra Itália, pela primeira fase da Copa do Brasil. Como não conseguiu eliminar a partida de volta, já que venceu somente por 1x0, gol de Diego Souza, o time de Antonio Carlos veio disposto a golear, partindo pra cima desde o início. Nem parecia o time que há uma semana atrás, levou 4 do São Caetano.

Logo no primeiro minuto, o zagueiro Serginho demonstrou toda sua qualidade e inteligência, derrubando Deyvid Saconni na área. Penalti bem marcado, embora o estabanado zagueiro tenha pego na bola antes, mas mereceu a punição pela imprudência. Na cobrança, Robert marcou o primeiro do jogo.

O Palmeiras continuou mandando no jogo. Após belo passe do ex renegado Marquinhos, Saconni com muito espaço, resolveu arriscar, e mandou a bola nas piscinas do clube. Um fato curioso do jogo, foi o narrador do Sporv Milton Leite confundir Deyvid Saconni o tempo todo com Lenny, que nem do jogo participou.

O Palmeiras seguiu melhor e logo ampliou, após cobrança de escanteio de Marquinhos, a bola foi no segundo pau para Danilo cabecear na trave, mas o goleiro Herivelton fez lambança, e a bola sobrou limpa para Leo Marcar. O zagueiro Palmeirense em poucos jogos, já fez mais gol que muito atacante por ai.



O time visitante não conseguia criar nada, e só assistia ao Palmeiras dominar a partida. As vezes que conseguia chegar, era em escanteios, que em nada assustaram o Palmeiras, que por sua vez, continuava com o controle do jogo.

Aos 32, Diego Souza achou o inspirado Deyvid Saconni na área. O meia deu um passe de lado para Robert, que havia perdido chance clara pouco antes. Dessa vez o atacante não desperdiçou, e marcou seu quarto gol em dois jogos. 3x0 para o Palmeiras.



Veio o segundo tempo, e com isso o Palmeiras tratou de administrar o resultado, e o técnico Antonio Carlos pode promover a estréia do meia atacante Ivo, além de colocar em campo o meia Willian, que não agradou ao chefe anterior, Muricy Ramalho.

O Flamengo conseguiu chegar por duas vezes, no segundo tempo. A primeira em cobrança de falta de Alessandro, que passou sem assustar o goleiro Marcos, e a segunda com Leandro Porto, já no fim do jogo, mas Marcos segurou bem, garantindo o 0 no placar.

O estreante Ivo, que substituiu Diego Souza, fez bela jogada pela esquerda e cruzou na outra ponta, para Edinho. O volante meio desajeitado, acertou um belo chute,garantindo assim a goleada Palmeirense.

O Palmeiras garantiu a segunda vitória com Antonio Carlos no comando, e agora enfrenta o Paysandu, pela Copa do Brasil.

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Pensando na Libertadores, Corinthians poupa o Futebol.

Sábado a noite, nada como tomar uma cerveja, dar risada e ver o jogo do seu time, certo? Não quando você é obrigado a ver o que viu.

Corinthians e Rio Branco jogaram hoje, na Arena Barueri, para um público de 10.193 pagantes. Para quem esperava uma goleada do Corinthians, o empate em 0x0 é algo a ser chamado de ridículo, embora o time da capital tenha resolvido poupar Chicão, Roberto Carlos, Elias, Tcheco, Jorge Henrique e Ronaldo.

A primeira chance foi dos visitantes, em cobrança de falta de Anselmo Ramon, que exigiu a defesa de Rafael Santos. Apesar da chance, o Corinthians controlava o meio campo, e chegou com chute do Argentino Matias Defederico, que finalmente começou jogando, após lesão que o afastou desde o jogo contra o Oeste.



Aos 10 minutos de jogo, O ex (infelizmente esse jogador passou pelo Corinthians) Corinthiano Marcos Tamandaré, errou o passe e deu belo presente para Edu, que sozinho em diagonal, errou o passe para Defederico, que fatalmente ficaria na cara do gol. O volante por sinal, não esteve bem no jogo, embora tenha demonstrado a mesma técnica de sempre, assim como o Argentino.

Falando em volante, quem muito tentou foi Marcelo Mattos, que no primeiro tempo finalizou por duas vezes, mas não chegou a levar muito perigo para o time do interior, que nessa altura da partida, só queria saber de se defender.

Aos 22, Morais em sua única boa jogada no jogo, entrou na area e cruzou rasteiro, para Defederico. O Argentino esperto, deixou a bola passar para Iarley, que não conseguiu driblar o zagueiro e perdeu a chance para o Corinthians.

Após isso, o time entrou em ritmo de treino, e não criava mais chance alguma, a não ser em bolas paradas e chutes de longe, que em nada assustavam o time visitante, que chegou com Marcio Carioca, mas o goleiro Rafael Santos fez boa defesa.

Veio o segundo tempo, e com ele veio a entrada de Dentinho, pedida pela torcida no intervalo, no lugar do apagado Morais, que deve estar se sentindo titular, e resolveu poupar seu Futebol no jogo de hoje, já que praticamente não tocou na bola.

O Corinthians começou a segunda etapa bem, chegando por duas vezes. Uma com Iarley, após dividida ganha por Alessandro, que achou bem o atacante na area, mas ele chutou no meio do gol, facilitando a defesa de Cristiano, que dois minutos mais tarde, defenderia mais uma chance de Marcelo Mattos. Dentinho ainda teve uma chance, mas de pé esquerdo, dentro da área, isolou a bola.

O bom começo só serviu para iludir a torcida mesmo, já que o time parecia o mesmo do segundo tempo, criando quase nada, e ainda levando sustos em contra-ataques, como aconteceu em um de Anselmo Ramon, praticamente sozinho, chegou a cara do goleiro, e demonstrando toda sua categoria, mandou pra fora, cara a cara com Rafael.

Mano Menezes resolveu sacar Iarley, que mais uma vez não jogou bem, e em seu lugar veio Souza. Souza manteve o nivel de rendimento de Iarley, e só apareceu para perder gols, fato que vem sido marcante em sua trajetória com a camisa Corinthiana.

O Corinthians não conseguia criar, e a retranca do Rio Branco segurava os bons jogadores do Corinthians, que nada conseguiam fazer diante da falta de entrosamento que o rodizio promovido por Mano Menezes provoca no elenco.

Jucilei entrou no ligar de Boquita, que assim como em todos os jogos que fez pelo Corinthians, participou tanto que quase não foi lembrado. O volante, porém, não entrou bem, mas já fez mais que Boquita, porque chamou o jogo para si, e até cruzou uma bola com perigo, mas Souza não conseguiu aproveitar, pra variar.



Falando no atacante, ele teve duas chances, já no fim do jogo. Aos 45, Marcelo Mattos cruzou para Souza, que de cabeça, mandou perto do gol. E já no finalzinho, Souza recebeu dentro da área, mas ao tentar dominar, perdeu a bola, e a ultima chance do Corinthians no jogo.

Resultado não esperado para o time de Mano Menezes, mas todos sabem que um bom resultado na quarta, fará a torcida esquecer o péssimo resultado. Só é bom o time abrir o olho, porque domingo tem clássico na Vila, e o Santos vem mordido...

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E cai a invencibilidade...

Na estréia da nova camisa roxa, Corinthians e Ponte Preta se enfrentaram ontem em Campinas para apenas 11 mil pessoas, por pedido do Ministério Público.

O Corinthians não perdia um jogo no Campeonato Paulista há 28 jogos, e estava em busca do record de 35, que pertence ao São Paulo.

Curiosamente, da ultima vez que o Corinthians perdeu, para o Noroeste em 2008, Leandrinho, atacante da Ponte, esteve em campo, assim como Edno e Finazzi, que entraram no segundo tempo.

E não é que acabou mesmo a invencibilidade? Finazzi e Edno trocaram de lado, mas o “tio” continua mostrando faro de gol, embora não domine uma bola.

O jogo começou corrido, brigado e com muitas faltas, mas futebol que é bom, quase nada. Por incrível que pareça, o juiz não deu um cartão amarelo o primeiro tempo inteiro.

A Ponte assustou em uma bola na trave, que quase resultou em gol contra do meia Danilo, e o Corinthians em outra bola na trave, em jogada de Escudero e Boquita. É amigos, a coisa estava feia...

O Corinthians não conseguia criar. Edu era o mais lúcido em campo, mas Danilo, Boquita, Dentinho e Iarley em nada ajudavam. Danilo ainda dava alguns bons passes, mas não tinha quem desse continuidade as jogadas.



Veio o segundo tempo, e com ele veio Edno no lugar de Iarley, que errou praticamente tudo que tentou enquanto esteve em campo.

A Ponte também não conseguia chegar com perigo. Abusando das jogadas pelas laterais, o time de Campinas não conseguia assustar, e contava com uma péssima atuação de Leandrinho, que conseguiu ficar impedido por pelo menos 4 vezes.

O Corinthians estava um pouco melhor no segundo tempo, e Jucilei, após bela jogada, arriscou de longe e contou com a falha do estabanado Eduardo Martini para abrir o placar para o Corinthians.

Aos 25, Finazzi dominou uma bola dentro da área e colocou na frente. A bola sairia para tiro de meta, mas o Argentino Escudero, demonstrando toda sua inteligência, derrubou o veterano atacante, tomou amarelo por reclamação, e ainda continuou discutindo após Fabiano Gadelha empatar a partida.

Após o gol de empate, a torcida da Ponte empurrou o time, e o Corinthians se destabilizou, e o castigo logo veio:
Lembram do começo do post? Pois é... Finazzi aproveitou cruzamento de Vicente, e aproveitando a falha do capitão Willian, bateu bem e venceu Felipe. Era a virada da Ponte, era a vingança de Finazzi.



O Corinthians tentou o empate, mas parou em Eduardo Martini, que defendeu chutes de Tcheco e Dentinho. Morais, que entrou no lugar do cansado Danilo, ainda conseguiu criar duas chances, mas os erros de passe do meia irritaram a torcida Corinthiana.

Por fim, o Corinthians perdeu o jogo, a invencibilidade, mas é bom para Mano Menezes ver quem tem e quem não tem condições de jogar nesse time, e quem sabe oficializar o fim do “rodízio” que tanto prejudica o entrosamento do time.

Rezem para o Roberto Carlos não ser punido pela expulsão no clássico.


São Paulo e São Caetano:

Será que agora vai?

O São Paulo enfrentou o São Caetano ontem a noite, na Arena Barueri, e teve sua melhor atuação no ano.

Jogando em uma espécie de 3-4-3, já que Marcelinho Paraíba chega bem ao ataque, o São Paulo começou indo pra cima da equipe do ABC. Em menos de 10 minutos, já havia criado três chances. Washington desperdiçou duas, após receber de Marcelinho Paraíba em ambas oportunidades, e Jean a outra, em uma boa bola de Hernanes.

O São Caetano assustou aos 7, mas Rogério Ceni fez a defesa com o peito, após chute do atacante Wanderley.

Contando com uma atuação inspirada de Marcelinho Paraíba, Dagoberto e Hernanes, a bola chegava bastante ao atacante Washington, que ano passado havia reclamado que a bola não chegava para ele.

A zaga tricolor teve alguns problemas de posicionamento, mas o fraco ataque do azulão não conseguia chegar com perigo. O ex jogador do Corinthians Everton Ribeiro chegou a aparecer livre, mas escolheu a jogada errada e a zaga afastou.

O jogo seguia equilibrado, até que Dagoberto fez bela jogada e tocou para Washington, que levou para o pé direito e encheu o pé. Um belo gol do São Paulo. Na terceira chance que teve no jogo, Washington guardou o seu.




O São Caetano saiu pro jogo, deixando o contra-ataque livre para a equipe de Ricardo Gomes, que voltou a marcar aos 36 minutos, dessa vez com Dagoberto. Dagoberto achou Washington pela direita, o centroavante esperou a movimentação do seu ex companheiro de Atlético Paranaense e tocou, deixando Dagoberto na cara de Luis para marcar o segundo.

Veio o segundo tempo e Ricardo Gomes resolveu fazer a primeira substituição, apesar da vitória parcial. Ele sacou o zagueiro Renato Silva, que deu lugar ao estreante Cleber Santana. Richarlyson foi deslocado para a zaga.

O segundo tempo corria chato. O São Paulo só tocava a bola, e o São Caetano não tinha força ofensiva. Marcelinho Paraíba foi sacado, e em seu lugar entrou Leo Lima.

As chances no segundo tempo também foram poucas, mas o São Caetano chegou a acertar a trave duas vezes, com Wanderley. Rogério Ceni falhou em um dos chutes, mas foi salvo pela trave.

No final do jogo, Hernanes arriscou de longe e acertou um belo chute, fazendo o terceiro do São Paulo, e liquidando o azulão.

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UFA!

Finalmente acabou!
Depois de 3 anos e 3 meses sem vencer o mais importante clássico
paulista, com 7 jogos no período, o Corinthians venceu o Palmeiras no
Pacaembu e assumiu a liderança isolada do campeonato paulista.

Cada time estava sem seu principal jogador. Enquanto o time do Parque
São Jorge não contava com seu artilheiro e referência na área,
Ronaldo, os palestrinos sentiam a ausência de Diego Souza, principal
articulador e também artilheiro do time em 2010.
A diferença foi o banco de reservas. O Corinthians usou Iarley e o
Palmeiras teve que usar Joãozinho, Daniel Lovinho e William, pois
também não contava com Deivid Sacconi.

O Corinthians começou melhor. Logo aos 6, falta cobrada da direita por
Tcheco, Jorge Henrique contou com as falhas de Edinho e Marcos para
cabecear sozinho para o gol e abrir o placar.




Porém, antes que se pudesse comemorar, o rígido juíz Wilson Seneme expulsou Roberto Carlos
por carrinho em Joãozinho, 2 minutos após o gol.

O que se viu depois daí foi o Palmeiras com domínio total da posse de bola, mas com pouca criatividade. Muricy Ramalho olhava para o banco de reservas e não via esperança.
Cleiton Xavier não foi capaz de, sozinho, criar as jogadas do time
alviverde. O Corinthians se defendia bem, com Danilo e Jorge Henrique
improvisados e Iarley isolado no ataque, porém o contra-ataque foi
nulo, criando uma única chance depois dos 40 do segundo tempo, com
Dentinho.

O Palmeiras criou pouco. No primeiro tempo, na única chance real,
Robert, sem goleiro, perdeu o gol. A bola sobrou para Daniel Lovinho
marcar, mas o gol foi bem anulado por impedimento.
No segundo, em 4 oportunidades, com Cleiton Xavier, Danilo, Robert, e
Pierre, os visitantes pararam nas mãos de Felipe, o melhor em campo.
Ralf ainda salvou um chute de William em cima da linha.

No final, Cleiton Xavier foi expulso. O Palmeiras ainda tentou, mas na
base do desespero e da bola pra área, e só levou perigo no último
lance da partida quando Danilo subiu sozinho mas cabeceou fraco para
tranquila defesa de Felipe.

Final de jogo, e foi quebrado um tabu que tanto incomodava os corinthianos. Bom sinal para o início do centenário.



Empate suado!
Em Ribeirão Preto, o time do São Paulo, totalmente desfigurado e desentrosado, acabou tendo motivos para comemorar um empate com o fraco time do Sertãozinho.

No retorno ao esquema 3-5-2, Ricardo Gomes viu uma defesa tricolor muito confusa, dando sustos em sua torcida.
O centroavante Roger, cada vez que entra em campo, comprova que a diretoria precisa contratar um substituto para Washington. Ontem não foi diferente. As poucas bolas que chegavam aos seus pés não levavam perigo para o goleiro adversário.

Emoção só no segundo tempo. Após bola roubada no meio, cruzamento da direita para Thiago Silvy abrir o placar. O atacante, por sinal, deu trabalho para a defesa do time da capital.
Aos 11, o empate do São Paulo. Bola cruzada pelo lateral Adrian Gonzales foi mal cortada pelo goleiro Luis Henrique e sobrou nos pés de Léo Lima para fazer bonito gol.



A zaga do São Paulo (que nunca havia jogado junto) falhou e Mendes fez o segundo do Sertãozinho. Sem criatividade, o tricolor pouco criava, e só foi achar o empate aos 49 minutos, na sua principal jogada, a bola parada. Após cruzamento de Jorge Wagner, Marcus Vinicius (que nome) tentou cortar e jogou contra seu próprio gol. O juíz deu gol para Jorge Wagner.
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