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Sem perder a linha, Tchê!

Precisando reverter um resultado de 3x2 fora de casa, o Milan foi até o Old Trafford encarar o Manchester United, pelas Oitavas de Final da Uefa Champions League.

A situação ficou ainda mais difícil antes mesmo do jogo começar, já que Alexandre Pato e Nesta foram cortados do jogo, pois não se recuperaram a tempo de suas lesões.

O Manchester começou melhor a partida, assustando com Rooney logo de cara, mas o Milan respondeu com Ronaldinho, em cabeçada que passou perto do gol.

O Manchester logo voltou a mandar no jogo, chegando por três vezes seguida e justamente na terceira, Gary Neville apareceu no ataque, fato raro em sua carreira e cruzou com perfeição na cabeça de Rooney. O Manchester abria o placar logo no inicio de jogo, complicando ainda mais as coisas para a equipe de Milão.



O Milan cresceu em campo, mas não conseguia levar perigo ao experiente time Inglês. Com uma calma incrível, o Manchester freava as tentativas do Milan e saia jogando calmamente, mas não conseguia chegar com eficiência nos contra-ataques.

Se no primeiro tempo o contra-ataque não funcionou, no segundo funcionou com menos de um minuto:

Leonardo sacou Bonera e entrou com Seedorf, recuando assim o volante Ambrosini para a zaga, ao lado do brasileiro Thiago Silva. Logo na saída de jogo, o volante da seleção Italiana Pirlo errou o passe para Thiago, que não conseguiu dominar e nem impedir que o rápido Nani deixasse Rooney a vontade para marcar seu segundo gol na partida.

A partir daí, continuou a mesma coisa do primeiro tempo: O Milan sem assustar e o Manchester apenas administrando a partida. Huntelaar e Borriello em nada assustavam a defesa Inglesa. Ronaldinho Gaúcho também não jogou bem e ainda viu Seedorf e Pirlo não ajudarem em nada.

O Manchester seguia controlando o jogo e após belo passe de Scholes, que vem jogando muito bem, o Sul-Coreano Park mandou no fundo das redes de Abbiati, marcando o terceiro gol do Manchester.

Depois disso, virou jogo de festa. Leonardo sacou Abate e lançou Beckham em campo. Foi o momento mais emocionante da partida, pois o ex ídolo dos Red Devils foi aplaudido em sua entrada e quase chorou.



Beckham nada pode fazer para ajudar a equipe Italiana, que ainda viu Van Der Sar fazer duas belas defesas, uma delas em um linde chute de Beckham e a outra em finalização rasteira de Pirlo.

O lateral direito Rafael entrou no lugar do capitão Gary Neville, que saiu sorrindo de campo. O Brasileiro em uma de suas primeiras participações na partida, antecipou Ronaldinho Gaúcho e saiu com a bola dominada. Ao ver a chegada do meia do Milan, ele botou a bola de lado e levou um carrinho do dentuço, que foi punido com o cartão amarelo.

Além de não fazer uma boa partida, o Brasileiro esteve muito nervoso em campo, chegando a discutir com Scholes e o juiz, mas o futebol ele deixou em Milão, quando foi fundamental para manter as esperanças vivas até então.




Sem forças e totalmente ofensivo, o Milan sofreu diversos contra-ataques, mas sempre aparecia alguém para salvar, porém não há ninguém que possa salvar quando o goleiro fica no meio do caminho e a bola sobra para Fletcher dentro da pequena área, não? Pois é... Rafael deu belo cruzamento e o que aconteceu foi isso mesmo. Era o quarto gol do Manchester! O massacre estava decretado.

O Manchester avança as quartas e vem como um dos favoritos ao título da UCL. A classificação dos Red Devils só vem a demonstrar a superioridade que as equipes Inglesas tem no mundo. O Milan costumava bater de frente, mas ano passado caiu para o sem tradição Européia Arsenal e agora foi massacrado pelo Manchester. Parece que o Barcelona é o único que ainda resiste, já que um tal de Real Madrid não sabe o que é passar das oitavas há seis anos...

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Ainda há esperança?

Acredito que ainda não falei aqui no Blog que além de corinthiano, na europa eu torço para o Arsenal na Inglaterra e o Milan na Itália.

E em todos os posts anteriores, sempre falei de derrota de um deles, por perderem os clássicos e se distanciarem dos títulos nacionais.
Mas hoje as notícias são melhores para os 2 times.

Começando pelo Arsenal... Agora há pouco os gunners venceram o Stoke City por 3x1 fora de casa. Mas apesar do placar, o jogo foi bem complicado.

Logo aos 8 minutos, em cobrança de lateral, a defesa do Asenal bobeou mais uma vez e os anfitriões abriram o placar com Pugh.
O Arsenal passou a dominar o jogo e todas as bolas passava pelos pés de Fabregas, o craque solitário desse time. Aos 32, o espanhol levantou bola na área e Bendter subiu mais que os zagueiros, empatando o jogo.

No segundo tempo, o Arsenal tentava pressionar o adversário, mas não criava muitas chances, até os 40 minutos. Depois disso, com um jogador a mais, o time jogou da intermediária adversária para frente. Em um chute de Bendtner, bola na mão (e não mão na bola) de zagueiro adversário, o juíz assinala pênalti, convertido por Fabregas, já aos 45 minutos.
Ainda teve tempo para Rosicky chutar, o goleiro Sorensen espalmar e Fabregas (de novo) tocar para o zagueiro artilheiro Vermaelen fechar o plarcar.



Com os 3 pontos, o Arsenal encosta nos líderes Chelsea e Manchester, volta a sonhar com o título por ter tabela mais tranquila que os adversários e desmente o meu post "Adeus Título".

Lamentável a contusão do meio-campista Ramsey. O novato vinha fazendo boas partidas, e sofreu lesão muito parecida com a de Eduardo, também do Arsenal, 2 anos atrás. Me nego a colocar foto do lance aqui, pois nem eu mesmo consigo olhar. É rezar para o garoto se recuperar e voltar a jogar futebol, o que nessa altura, seria uma glória, lembrando que Eduardo teve o risco de ter a perna amputada.


De Londres para Milão.

Com o Milan aconteceu algo parecido. O time perdeu o clássico, tropeçou diante do Livorno e viu a diferença para a líder Internazionale crescer para 9 pontos.

Porém, vem de recuperação, com Ronaldinho disposto a colocar um nó na cabeça de Dunga. O gaúcho tem decidido os últimos jogos a favor do Milan com assistências e gols. No meio de semana, deu 2 assistências para os 2 gols da virada sobre a Fiorentina, fora de casa, levando o time novamente à vice-liderança, agora ha 4 pontos dos líderes da mesma cidade.

O Milan também está disposto a desmentir o meu post "Pintou o Penta". Assim espero eu.

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Shrek Deitou e Rolou




Após pausa para o carnaval, o blog está de volta, e para falar de um jogaço que aconteceu agora há pouco pelo primeiro jogo das oitavas de final da Copa dos Campeões entre Milan e Manchester United, no San Siro.

Jogo que já começou eletrizante. Logo aos 2 minutos, Beckham cobra falta para dentro da área, Evra tenta o corte com uma bicicleta estranha e a bola sobra para Ronaldinho que bateu de primeira. A bola desviou em Carrick, enganando Van der Sar e morrendo no fundo das redes. Parecia que o jogo seria dele.

Mas se o jogo não foi, o primeiro tempo foi. O Milan marcava bem e saía rápido nos contra-ataques. Em um deles, Pato serviu Ronaldinho que encarou Ferdinand e por pouco não marcou.
Ele deu passes de calcanhar, bonitos dribles e passava com facilidades pelo novato Rafael. Em um lance, deixou dois para trás e chutou para boa defesa de Van der Sar.
O Manchester não criava e ainda vacilava na saída de bola. Numa delas, por pouco Huntelaar não ampliou. Antonini também esteve perto do gol, em jogada de Thiago Silva.

O time inglês só criou 2 chances na primeira etapa: Primeiro, o incansável e impossível de ser marcado Wayne Rooney chutou de fora da área criando perigo. Depois, na na boa subida de Fletcher pela direita, o cruzamento encontrou Scholes, que furou o chute de direita, mas a sorte estava ao seu lado. A bola bateu em sua canela e morreu no cantinho do gol de Dida, tudo empatado em Milão.

Na volta do intervalo, pouca coisa mudou. O Milan continuava melhor, mas apostava menos em Ronaldinho, que voltou sumido, e mais em Pato, pelo lado direito, que voltou melhor do que na primeira etapa. Foi aí que Sir Alex Ferguson mudou a partida, com a entrada de Valencia no lugar do apagado Nani.

Em sua primeira participação, bola cruzada na área e Rooney subiu mais que Bonera para cabecear no contrapé de Dida e virar o placar para os Diabos Vermelhos.
O gol desanimou o time do Milan, que passou a ser pressionado. Valencia e Rooney aterrorizavam a zaga adversária.
Em mais uma subida de Fletcher, dessa vez um passe preciso na cabeça do Shrek, como Rooney é conhecido, em falha grotesca dos zagueiros do Milan, 3x1 para os visitantes.

Dessa vez, o gol acendeu os italianos, que com a entrada de Seedorf e Ronaldinho voltando para o jogo, passaram a pressionar. Em bela jogada de Ronaldinho, o holandês recebeu e fez um golaço de letra, diminuindo o placar.



Logo em seguida, o camisa 80 deu um belo passe para Inzaghi bater de primeira e quase empatar a partida. Antes do fim, Ambrosini e Nesta ainda tiveram boas chances de empatar, mas não teve jeito.
O Milan perdeu em casa por 3x2 dentro de casa, e agora terá que vencer em Old Trafford por 2 gols de diferença. Improvável, talvez. Impossível, jamais.

E cada vez mais se comprova o super craque que sempre esteve lá em Old Trafford, mas que costumava ser ofuscado por Cristiano Ronaldo. Wayne Rooney chamou a responsabilidade, assumiu o papel de protagonista absoluto do time e hoje é um dos grandes craques do futebol mundial. Na fase atual, somente Messi se equivale.
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Pintou o Penta

Primeiro post meu, curiosamente quase na hora do meu aniversário...

Final de semana de clássicos na Itália.
Vamos começar falando do mais importante, aquele que encaminhou a Internazionale para seu 5º título consecutivo do calcio (2 no tapetão e 3 no campo).
A expectativa era grande em cima do derby della Madonnina. A Inter vinha de um tropeço e de futebol sonolento nos últimos jogos, enquanto o Milan estava em plena recuperação, com Ronaldinho jogando algo próximo do futebol que encantou o mundo entre 2004 e o primeiro semestre de 2006 (particularmente, o considero o melhor que vi jogando), a diferença dos times era de 6 pontos, com o Milan tendo uma partida a menos, o que aumentou a esperança de um jogo decisivo.

Vamos para o que interessa... A Inter começou dominando o jogo, antes dos 10 minutos, o meia Sneijder já havia chutado 2 bolas com perigo, uma na trave e outra parou em excelente defesa do goleiro Dida. Mas justamente aos 10, após lançamento longo, o fraco Abate tentou cortar e cabeceou em cima de Diego Milito, o argentino, na cara de Dida, não perdoou.

O jogo mudou aos 25. Lúcio arrancou, foi tocado (ou não) por Ambrosini e caiu. O juíz entendeu que o zagueiro simulou e o deu cartão amarelo, o que irritou Sneijder, que bateu palmas irônicas para o árbitro. O mesmo não hesitou e mostrou vermelho para o holandês.
Com um a mais, o Milan foi pra cima, porém sem objetividade. o time virava a bola de um lado para outro, mas não conseguia ultrapassar a barreira defensiva formada pelo time de José Mourinho, e assim foi até o intervalo.
O técnico Leonardo voltou para o segundo tempo mais ofensivo, com Seedorf no lugar do voluntarioso Gattuso. Porém o panorama foi o mesmo, o Milan tocava a bola na frente da área adversária, até que Beckham ou Pirlo jogassem pra dentro da área, onde Borriello não tinha forças para sozinho brigar com Lúcio e Samuel, e sempre ficava em desvantagem.
Ronaldinho apático, não criava quase nada, ainda mais jogando ao lado de Antonini, ficou mais difícil para o brasileiro.

E quem criava as melhores chances era a Inter, nos contra ataques. Primeiro, em passe de Milito, Pandev mandou na trave. Depois, em falta duvidosa perto da área, o mesmo Pandev bateu com perfeição e aumentou o placar.

Nos acréscimos, brilhou a estrela de Júlio Cesar. O juiz marcou um penalti que só ele viu por toque de Lúcio e o expulsou, deixando a Inter com 2 a menos. Ronaldinho foi para a cobrança, e o goleiro brasileiro, ainda que se adiantando, pulou no canto direito e fez linda defesa.
O Milan terminou o jogo com 68% de posse de bola, porém, não acumulou mais do que 3 boas chances nos 90 minutos, e viu seu maior rival abrir 9 pontos na liderança.

Mas o pior mesmo foi ter que aturar o zagueiro Materazzi com uma máscara do dono do time, Silvio Berlusconi, comemorando a vitória.







No sábado, o bem menos badalado (e um jogo muito mais fraco) clássico entre Juventus e Roma, no Delle Alpi, em Turim.

O primeiro tempo foi muito fraco. Esperança de gols do time da capital, Luca Toni se machucou sozinho com 3 minutos de partida e foi substituído por Francesco Totti.
A Roma não conseguia ter a bola no campo de ataque, e as bolas compridas não tinham efeito. Pelo lado da Juventus, Diego e Marchisio eram os únicos que tentavam armar o time, mas toda bola que levavam aos pés de Amauri batia e voltava.
A emoção ficou para o segundo tempo. Aos 5, tentativa de passe de Diego, Juan cortou mal, a bola subiu e Del Piero, até então sumido, acertou de esquerdo um lindo chute cruzado, antes que a bola caísse, sem chances para o goleiro Júlio Sérgio.

Os donos da casa seguiam melhor na partida, mas foram castigados. Após jogada individual, Taddei foi derrubado dentro da área, penalti. Totti bateu no meio do gol de Buffon e empatou.




A Velha Senhora foi para cima, precisava da vitória para amenizar a crise, e acabou abrindo espaços para romanos contra-atacarem, foi assim que De Rossi recebeu sozinho e foi derrubado por Buffon, fora da área. Vermelho para o goleiro, e Del Piero foi o escolhido para ser sacrificado.

Aí foi a vez da Roma pressionar, a Juventus segurava o empate, até que aos 47, após bola roubada no meio de campo, Vucinic cruzou na cabeça do lateral Riise, que cabeceou cruzado, garantindo a vitória da Roma.

Assim, o time do técnico Ciro Ferrara segue cada vez mais pressionado, e a Roma abriu mais 3 pontos em cima do adversário, na briga pela vaga na Copa dos Campeões.


Já é meu aniversário, e gostei muito de escrever pela primeira vez.
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