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Nada como um dia após o outro.

Vivendo momentos opostos, Santos e Palmeiras jogaram na Vila Belmiro para 11.452 pagantes.

O Palmeiras começou nervoso, fazendo muitas faltas, algumas até desnecessárias, como a de Pierre em Marquinhos, após o meia Santista errar passe de dois metros. Em seguida, após bobeada do lateral Eduardo, o volante Edinho já levou o primeiro cartão do jogo, ao acertar Neymar perto da lateral.

O jogo seguia com o Santos mais com a bola no pé, mas sem chegar muito a frente. Diego Souza não começou bem o jogo, desperdiçando boa chance logo no inicio, ao ser fominha e chutar, sendo que tinha o estreante Ewerthon dentro da área pedindo em boas condições.

Na primeira chegada efetiva do Santos, o placar saiu do zero. Pierre deu um passe ridículo, a bola subiu e Danilo em vez de tirar pro lado, cabeceou nos pés de Robinho. O atacante da seleção achou Marquinhos, que esperou Robinho se movimentar e devolveu para ele. Robinho abriu na esquerda e achou o improvisado Pará livre dentro da área, que com calma, cortou o fraco Eduardo e por cobertura, venceu Marcos. O Santos fazia 1x0. E a comemoração foi com uma dancinha ridícula, diga-se de passagem.



O gol fez com que o Palmeiras ficasse nervoso em campo. Pará e Wesley foram alvos de broncas de Ewerthon e Armero, respectivamente. 5 minutos depois, o zagueiro Leom assim como Edinho, também levou cartão amarelo. O Palmeiras só chegava em bolas paradas, mas não chegava a levar perigo a meta Santista.

Já o Santos, continuava melhor em campo. Após belo passe de Paulo Henrique, Neymar bateu meio esquisito e marcou o segundo gol Santista. E haja dancinha ridícula na comemoração. A torcida Santista se mostrava bastante empolgada, usando a velha música: “O Santos vai golear” e realmente parecia que isso aconteceria.



Parecia... No finzinho do primeiro tempo, Diego Souza, até então apagado, sofreu falta duvidosa de Pará perto da ponta direita do ataque Palmeirense. Cleiton Xavier, sempre ele, cruzou bem e contou com a falha de Felipe para ver Robert diminuir o placar. Agora estava 2x1 para a equipe da Vila.



Um minuto depois, o Palmeiras chegou ao gol de empate. Diego Souza deu belo passe de calcanhar para Armero. O lateral Colombiano achou Robert, que se antecipou a Durval e bateu no contrapé de Felipe, deixando tudo igual na Vila. E para quem pensou que a dancinha havia acabado, ela voltou mais ridícula ainda, com Diego Souza e Armero causando vergonha alheia em quem assistia o jogo.




Veio o segundo tempo e com ele Marcio Araújo no lugar de Eduardo, que já tinha cartão amarelo.

Paulo Henrique deu belo chapéu em Pierre, mas não chegou a assustar o gol de Marcos. O Palmeiras respondeu com Ewerthon e Diego Souza, mas eles também não chegaram a assustar o goleiro Felipe. André também perdeu a sua, ao escorar para fora o escanteio cobrado por Marquinhos.

Aos 11 do segundo tempo veio o gol da virada verde. Diego Souza aproveitou a cobrança de falta de Cleiton Xavier, desviada por Leo e marcou após a bola ainda tocar na trave. Dessa vez não houve menos dancinha, para nossa sorte.

André ainda arriscou um chute pífio antes de ser substituído por Zé Eduardo, revelado nas categorias de base do Palmeiras. O ruivo entrou bem, procurou o jogo e correu bastante, embora tenha sido tão pouco efetivo quanto André. O Palmeiras também mexeu. Antonio Carlos sacou Ewerthon e promoveu a estréia de Lincoln. Pouco depois Maranhão veio para o lugar de Marquinhos, fazendo com que Wesley fosse jogar no meio de campo.

Aos 22, Robert poderia ter matado o jogo. A bola sobrou limpa em seus pés, dentro da área, mas o atacante demorou tanto a chutar, que o zagueiro Edu Dracena chegou a ponto de desviar a finalização, cedendo assim o escanteio para o time verde.

No minuto seguinte, Dorival Junior sacou Wesley e trouxe Madson a campo, deixando assim o time Santista ainda mais ofensivo, já que Arouca era o único jogador com características defensivas no meio campo do Santos.

Em 5 minutos, aconteceu de tudo. Robinho fez falta idiota no goleiro Marcos, levando assim o cartão amarelo. Zé Eduardo recebeu cruzamento e bateu, mas a bola desviou e foi pra fora. Robert quase fez seu terceiro gol no jogo, ao cabecear muito perto do gol de Felipe.

Falando em gol, ele saiu. Paulo Henrique deu outro belo passe, dessa vez para o baixinho Madson, que entrou pelas costas da defesa e chutou por baixo de Marcos, que não saiu bem do gol novamente. O Santos chegava ao empate. Madson na comemoração, imitou um porco. Os jogadores do Palmeiras antes tão nervosos, dessa vez não reagiram e somente se preocuparam em jogar.

Logo na saída de jogo, o Santos recuperou a bola, mas ao ser desarmado, Neymar perdeu a linha e deu entrada violenta no volante Palmeirense Pierre, sendo expulso direto, já que não tinha cartão amarelo. Cartão mais do que justo.

Com a expulsão, o técnico Antonio Carlos inteligentemente sacou Edinho e trouxe o meia Ivo para o campo, recuando um pouco Lincoln e assim lançando o time em busca da vitória, já que o empate ainda deixava o time longe do G4.

Aos 42, após cobrança de falta na defesa, Arouca foi girar e perdeu a bola para Lincoln, que adiantou muito e foi derrubado, mas o jogo seguiu e a bola sobrou para Robert, que de longe mesmo chutou, surpreendendo Felipe, que estava adiantado. O Palmeiras desempatava a partida e marcava o quarto gol. Que jogo!



Novamente na saída de jogo, mais uma expulsão. Robinho saiu driblando e achou Madson. O baixinho fintou Leo na entrada da área e foi derrubado pelo zagueiro, que já tinha cartão amarelo e foi expulso.

Na cobrança da falta, Madson bateu no canto do goleiro e Marcos fez a defesa. O Santos ainda pressionou, mas não conseguiu mais criar nada. Arouca teve a chance no final, mas a bola foi desviada no meio do caminho.

E assim acabou um dos melhores jogos do Campeonato. O Santos tem um belo time e sabe que não pode se abalar, já que está praticamente classificado. O Palmeiras ainda tem esperança de classificar.

Sobrou o mérito para Robert, tão criticado contra o Sertãozinho, sair como herói da partida. Como diz o titulo do post, nada como um dia após o outro...
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Ninguém segura o Santos.

Santos e Corinthians duelaram na Vila Belmiro para pouco mais de 9.000 pagantes. A idéia do mandatário Santista Laor (que já foi alvo de post aqui no Fim de Peleja) manteve a baixa média de torcedores na Vila.



O primeiro lance do jogo demonstrou que aquilo seria uma guerra de nervos. Logo na saída de bola, Ronaldo saiu com ela e tocou de lado, quando Paulo Henrique Ganso o atingiu com o joelho, levando o atacante ao chão.

Para quem esperava uma partida equilibrada, o Santos mandou no jogo no primeiro tempo, criando diversas oportunidades logo no ínicio da partida. A primeira com Neymar, após belo base de Paulo Henrique, que na cara de Felipe, chutou em cima do goleiro Corintiano. Felipe, por sinal, foi o melhor jogador do Corinthians em campo.

Aos 5 minutos, com outro passe do meia Santista, Marquinhos sem ângulo, foi derrubado por Roberto Carlos. José Henrique de Carvalho foi convicto e marcou pênalti para o time da casa. Um pênalti desnecessário do experiente lateral. Neymar partiu pra cobrança, mas Felipe fez uma bela defesa, calando momentaneamente o lado Santista do estádio.



Apesar do pênalti desperdiçado, a equipe Santista não se abateu e continuou mandando no jogo, enquanto o Corinthians só foi chegar em cobrança de falta de Roberto Carlos, que Felipe, goleiro do Santos, defendeu com facilidade.

4 minutos depois, foi a vez do Santos chegar novamente. Após belo passe de Marquinhos, Arouca perdeu a chance de marcar, ao chutar em cima de Felipe e desperdiçar grande chance para a equipe do litoral.

Pouco depois, o Corinthians criou sua melhor chance no primeiro tempo. Alessandro viu Ronaldo na entrada da área e rolou para o atacante. O camisa 9 deu belo passe para Dentinho, que dominou, tirou de Roberto Brum no alto e deu uma bicicleta, que o goleiro Santista espalmou, salvando o Santos.

Quando o Corinthians parecia estar crescendo na partida, Marquinhos viu Neymar na esquerda e virou o jogo. O jovem atacante ajeitou o corpo e bateu colocado, tirando de Alessandro e acertando o canto de Felipe. Belo gol do menino Santista. O primeiro que ele marca contra o Corinthians.



A equipe da capital pareceu sentir o gol, já que só conseguiu chegar mais duas vezes, mas em ambas, Durval travou a finalização de Ronaldo.

Veio o segundo tempo e Mano resolveu sacar Alessandro e Ralf, dando lugar a Moacir e Jucilei.

Em sua segunda falta no jogo, o juiz aplicou o cartão amarelo a Moacir, fato que gerou diversas reclamações da equipe comandada por Mano Menezes. O Corinthians, por sinal, estava muito nervoso em campo, reclamando excessivamente das marcações do árbitro e pedindo cartão em todas as faltas cometidas pelos Santistas.

Jucilei entrou bem no jogo. Mesmo jogando como primeiro volante, chegou mais a frente que o apagado Elias, que pouco ajudou a equipe ofensivamente. Jorge Henrique também esteve apagado, e a equipe parecia depender do bom e velho camisa 9, e de um certo camisa 17, que de uns tempos pra cá, não vem rendendo bem, mas que faria sua melhor partida no ano.

Pois é, mas o camisa 9 que realmente fez gol, foi o do Santos. O jovem André recebeu passe de Neymar e bateu no contrapé de Felipe, fazendo o segundo gol do Santos. Mais uma vez a linha que a defesa do Corinthians faz, ao tentar deixar o adversário em impedimento.



O Corinthians respondeu com gol. Tcheco deu belo passe para Ronaldo, que invadiu a área e cruzou para Dentinho. O atacante acertou a trave, mas contou com a sorte, pois a bola voltou pra ele mesmo, que ainda se levantou, e ai sim tocou para o fundo do gol Santista.

Quando parecia que o Corinthians estava vivo no jogo, Moacir fez falta violenta em Marquinhos, no meio de campo e recebeu o segundo cartão amarelo, deixando assim o Corinthians com 10 em campo.



Como se já não bastasse isso, Roberto Carlos deu belo drible em Roberto Brum e entrou na área. Ao se chocar com o volante improvisado na lateral, o camisa 6 do Corinthians caiu. O juiz entendeu que o lance foi simulação e expulsou o lateral do Corinthians, deixando a equipe com 9 em campo.

O Santos passou a tocar a bola e administrar o jogo, somente aguardando o apito final do juiz, mas quase que a torcida Santista vê o “impossível” acontecer, quando o bom goleiro Santista Felipe falhou, mas Tcheco perdeu a chance de empatar a partida, acertando o travessão.

O Santos ainda chegou com Madson, mas o placar já estava decretado. A equipe de Vila Belmiro praticamente garante sua vaga entre os quatro, já que com o futebol jogado, é praticamente impossível da equipe Santista ficar de fora.

Ao Corinthians, resta entender que perder jogando na Vila é um resultado normal, tentar não tirar o foco para o juiz e buscar entender o porquê de uma atuação tão ruim.
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UFA!

Finalmente acabou!
Depois de 3 anos e 3 meses sem vencer o mais importante clássico
paulista, com 7 jogos no período, o Corinthians venceu o Palmeiras no
Pacaembu e assumiu a liderança isolada do campeonato paulista.

Cada time estava sem seu principal jogador. Enquanto o time do Parque
São Jorge não contava com seu artilheiro e referência na área,
Ronaldo, os palestrinos sentiam a ausência de Diego Souza, principal
articulador e também artilheiro do time em 2010.
A diferença foi o banco de reservas. O Corinthians usou Iarley e o
Palmeiras teve que usar Joãozinho, Daniel Lovinho e William, pois
também não contava com Deivid Sacconi.

O Corinthians começou melhor. Logo aos 6, falta cobrada da direita por
Tcheco, Jorge Henrique contou com as falhas de Edinho e Marcos para
cabecear sozinho para o gol e abrir o placar.




Porém, antes que se pudesse comemorar, o rígido juíz Wilson Seneme expulsou Roberto Carlos
por carrinho em Joãozinho, 2 minutos após o gol.

O que se viu depois daí foi o Palmeiras com domínio total da posse de bola, mas com pouca criatividade. Muricy Ramalho olhava para o banco de reservas e não via esperança.
Cleiton Xavier não foi capaz de, sozinho, criar as jogadas do time
alviverde. O Corinthians se defendia bem, com Danilo e Jorge Henrique
improvisados e Iarley isolado no ataque, porém o contra-ataque foi
nulo, criando uma única chance depois dos 40 do segundo tempo, com
Dentinho.

O Palmeiras criou pouco. No primeiro tempo, na única chance real,
Robert, sem goleiro, perdeu o gol. A bola sobrou para Daniel Lovinho
marcar, mas o gol foi bem anulado por impedimento.
No segundo, em 4 oportunidades, com Cleiton Xavier, Danilo, Robert, e
Pierre, os visitantes pararam nas mãos de Felipe, o melhor em campo.
Ralf ainda salvou um chute de William em cima da linha.

No final, Cleiton Xavier foi expulso. O Palmeiras ainda tentou, mas na
base do desespero e da bola pra área, e só levou perigo no último
lance da partida quando Danilo subiu sozinho mas cabeceou fraco para
tranquila defesa de Felipe.

Final de jogo, e foi quebrado um tabu que tanto incomodava os corinthianos. Bom sinal para o início do centenário.



Empate suado!
Em Ribeirão Preto, o time do São Paulo, totalmente desfigurado e desentrosado, acabou tendo motivos para comemorar um empate com o fraco time do Sertãozinho.

No retorno ao esquema 3-5-2, Ricardo Gomes viu uma defesa tricolor muito confusa, dando sustos em sua torcida.
O centroavante Roger, cada vez que entra em campo, comprova que a diretoria precisa contratar um substituto para Washington. Ontem não foi diferente. As poucas bolas que chegavam aos seus pés não levavam perigo para o goleiro adversário.

Emoção só no segundo tempo. Após bola roubada no meio, cruzamento da direita para Thiago Silvy abrir o placar. O atacante, por sinal, deu trabalho para a defesa do time da capital.
Aos 11, o empate do São Paulo. Bola cruzada pelo lateral Adrian Gonzales foi mal cortada pelo goleiro Luis Henrique e sobrou nos pés de Léo Lima para fazer bonito gol.



A zaga do São Paulo (que nunca havia jogado junto) falhou e Mendes fez o segundo do Sertãozinho. Sem criatividade, o tricolor pouco criava, e só foi achar o empate aos 49 minutos, na sua principal jogada, a bola parada. Após cruzamento de Jorge Wagner, Marcus Vinicius (que nome) tentou cortar e jogou contra seu próprio gol. O juíz deu gol para Jorge Wagner.
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